George Turklebaum

Eis a mensagem original c omo nos foi recebida, sem adições ou correções ortográficas.
“…Homem morto trabalha por uma semana
Os Gerentes de uma Editora estão tentando descobrir, porque ninguém notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa há CINCO DIAS. George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Verificador de Texto numa firma de Nova Iorque há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários.
Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana. O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse:
‘O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada.
Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.’

A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco.
SUGESTÃO:
De vez em quando acene aos seus colegas de trabalho.

Certifique-se de que eles estão vivos e mostre que você também está!
MORAL DA HISTÓ RI A:
Não trabalhe demais. Ninguém nota mesmo.
..”
Essa história começou a circular em 2001, primeiro em inglês e, em 2002 apareceram versões em português.
O texto conta a história do Verificador de Texto, George Turklebaum, que – de tanto trabalhar – acabou morrendo sem que ninguém tomasse conhecimento do fato.
Ao lermos esse e-mail, algumas duvidas surgem:
1º – Qual o nome da “firma”? – O nome não é citado e deve ser devido ao fato de que esse tipo de publicidade negativa não seria bom para a tal empresa.
2º – Se o funcionario era tão eficiente, os superiores (ou o “chefe”) não teriam notado que o tal George não estava produzindo há dias?
3º – O funcionário era tão dedicado mas nunca foi promovido! Trinta anos no mesmo cargo.
4º – O chefe, chamado no texto de Elliot Wachiaski realmente existe?
5º – Cinco dias não seriam suficientes para que o corpo começasse a exalar o fedor cadavérico?
Em busca nos sites de buscas as respostas que apareceram são.
O nome do chefe Elliot Wachiaski, não foi encontrado, a não ser nos sites e blogs que repetiam essa história.
O site Cleburn Times-Review afirma que tudo começou com uma publicação feita no 21 de janeiro de 2001, em Birmingham, Inglaterra. Logo depois vieram as publicações no Estados Unidos. Os jornais americanos nem se deram ao trabalho de checar as informações.
O primeiro jornal, que parece ter inventado a história, foi o Sunday Mercury. Os jornal The Guardian e a BBC também noticiaram o fato logo em seguida.
No site americano especializado em lendas urbanas, Urban Legends, o pesquisador David Emery levanta mais algumas questões interessantes:
“…três dias após a morte, o defunto apresenta sinais de deterioração: inchaço, descoloração da pele, perda de liquidos e um fedor muito forte! É pouco provável que os colegas de trabalho do George não tenham percebido esses sinais depois de tanto tempo…”



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