Dicas de como escolher o orientador para o seu TCC

A importância do orientador
O papel do orientador durante a produção de uma monografia pode ser comparada ao de um treinador: suas funções envolvem aspectos como ajudar na definição do tema, fornecer direcionamentos para o desenvolvimento de uma boa pesquisa científica, apontar erros conceituais e de redação, exigir entregas dentro dos prazos e solicitar revisões.
Como é possível observar pelas tarefas apresentadas acima, o orientador é uma peça fundamental para a produção de um trabalho de qualidade que irá garantir o diploma universitário. Por este motivo, sua escolha deve ser criteriosa, ou seja, não basta escolher apenas aquele professor com o qual você se identifica mais.
Para fazer uma boa seleção de um professor para guiar a elaboração do TCC, é importante levar em conta critérios como a linha de pesquisa do professor, seu nível de exigência e rigor acadêmico e também a relação entre mestre e aluno.
O orientador deve ser comprometido, estudioso, prestativo e familiarizado com o tema.
Você já escolheu o orientador do seu TCC?
Pois saiba que esse procedimento é essencial para conseguir entregar um bom trabalho de final de curso na graduação ou pós-graduação.
O orientador desempenha o papel semelhante a um treinador durante a produção do trabalho acadêmico. Ele quem ajuda a escolher o tema e mostra os caminhos para desenvolver uma boa pesquisa científica.
Também é responsável por mostrar os erros, exigir entregas dentro dos prazos e solicitar revisões.
Escolher um orientador prestativo, comprometido e familiarizado com o tema do TCC é meio caminho andado para ser aprovado na última etapa do curso.
Ao escolher seu orientador considere a linha de pesquisa
Muitas universidades indicam os melhores orientadores para os alunos, considerando a linha de pesquisa de cada docente com o tema escolhido por cada estudante.
Essas indicações realmente funcionam e são capazes de enriquecer o conteúdo do trabalho de final de curso.
Caso a sua instituição de ensino não faça essa indicação, você deve investigar por conta própria, converse com os professores e procure conhecer a linha de pesquisa de cada um deles.
Pesquise na lista de orientadores que o curso oferece o que se relaciona com o tema a ser pesquisado; se estiver em dúvida consulte o currículo Lattes deste profissional e verifique sua área de pesquisa. Para isso você precisa já ter em mente pelo menos um esboço do projeto que pretende desenvolver.
Claro que é interessante que você esteja disposto a modificá-lo junto com o orientador, mas saber o quese quer é primordial.
Para que o orientador consiga ajudá-lo a desenvolver um trabalho de qualidade, ele precisa ter domínio da área do conhecimento sobre a qual você deseja produzir seu TCC. Por este motivo, comece sua procura por um orientador analisando as linhas de pesquisa dos professores da sua faculdade.
Você pode conseguir essa informação conversando com os professores para entender melhor seu foco de trabalho ou até mesmo pesquisando seu currículo Lattes, que costuma ter todos os dados acadêmicos atualizados, como as pesquisas desenvolvidas pelo professor. Desta maneira, você evitará o risco de escolher um professor que não tem relação com a temática da sua monografia e, portanto, pouco poderá acrescentar ao seu TCC.
Verifique, se eles estão fazendo cursos de pós-graduação e quais são as áreas abordadas.
Não conseguiu encontrar um orientador que domina o assunto da sua pesquisa, convide um professor prestativo, estudioso e que tem interesse no tema.
Ele provavelmente vai pedir auxílio de outro professor, que compreende a especificidade do tema. Esse convidado será o co-orientador do trabalho.
Entre em um acordo sobre o tema
A escolha do Professor Orientador tem que ser tão criteriosa quanto à escolha do tema, afinal é imprescindível que haja uma afinidade entre Orientando e Orientador, pois a jornada é longa e muitas vezes
árdua e se faz necessário à boa convivência entre ambos, constituindo um fator motivacional para a pesquisa, em muitos casos.
Não é recomendado que o aluno escolha o tema do TCC por conta própria. Ele deve, primeiro, pedir a opinião do seu orientador e verificar se existe um ajuste da temática com a linha de pesquisa.
Caso o tema já tenha esgotado as possibilidades de estudo ou nunca tenha sido alvo de pesquisas no Brasil, o professor pode não se sentir à vontade e recusar a responsabilidade da orientação.
Orientar um TCC cujo tema vai ao encontro da linha de pesquisa do mestrado ou doutorado conta pontos positivos para o professor-orientador. Portanto, é natural que ele se esforce mais e queira participar ativamente de cada etapa.
Não adianta você encontrar um professor que atenda aos requisitos abordados acima se ele não tiver interesse pelo tema do seu TCC. Isso pode fazer com que o foco do trabalho tome rumos diferentes durante sua produção e você termine pesquisando sobre uma temática diferente daquela que tinha imaginado.
Por este motivo, seja claro com relação ao seu tema e objetivos de pesquisa, pois assim o professor poderá analisar se ele realmente pode contribuir com o seu trabalho e vocês estarão alinhados desde o começo do projeto.
Priorize o bom relacionamento
O aluno deve priorizar um bom relacionamento com o orientador, mas sem levar tudo para o pessoal. O ideal é que eles não sejam nem inimigos e nem amigos.
No primeiro tipo de relação, os encontros podem se tornar insuportáveis e comprometer a pesquisa. No segundo, os laços de amizade podem ser abalados por conta da intensa cobrança.
É recomendado que o estudante escolha um professor que “não pense completamente diferente” para orientar o trabalho, pois assim a posição ideológica do docente não irá interferir tanto no conteúdo.
Os encontros serão mais produtivos e menos conflitantes.
Veja se o professor tem tempo para orientar o seu trabalho
Verifique se o professor tem tempo livre para orientar o seu trabalho de final de curso.
Não adianta você implorar para o melhor professor do seu curso orientar o seu trabalho. Primeiro é necessário verificar se ele tem disponibilidade na agenda, além de interesse no tema.
O professor-orientador precisa ter tempo disponível para cumprir com todos os compromissos da orientação, como encontros presenciais e correções. A falta de disponibilidade pode atrasar o TCC e comprometer a qualidade.
A conversa presencial é sempre a melhor forma de orientação. Contudo, o aluno pode apostar em recursos tecnológicos para se comunicar com o orientador, como videoconferência e e-mail.
Outro problema que pode ocorrer é o de você encontrar o professor ideal para orientar sua monografia, mas ele não ter tempo para cumprir todas as funções de orientador. Isso também faz com que a qualidade do TCC caia, pois muitas vezes o professor não consegue realizar tarefas importantes para a orientação e o aluno fica desamparado durante a produção do trabalho.
Para evitar este problema, converse antes com o professor da sua escolha e certifique-se que ele tenha disponibilidade para te atender, conseguindo comparecer à encontros presenciais e realizar revisões e correções no trabalho. Para facilitar este processo e otimizar o tempo de ambos durante a produção do TCC, aluno e orientador também podem fazer uso de recursos tecnológicos, como e-mail e serviços de mensagem e videoconferência.
Ser exigente é fundamental!
Cuidado para não confundir amizade e orientação Ser amigo do professor não é motivo para escolhê-lo como orientador, muito pelo contrário.
A relação de cobrança e estresse durante o TCC pode colocar essa amizade em risco. Na hora de escolher um orientador, considere a empatia e o rigor acadêmico.
Somente assim será possível entregar um trabalho de alto nível para a banca.
Escolha um professor exigente para orientar o seu trabalho de conclusão de curso, pois assim ele será capaz de extrair sempre o seu melhor.
Um orientador exigente é aquele que estabelece um calendário rígido, com encontros semanais e prazos para o cumprimento de tarefas.
Quando o orientador deixa tudo nas mãos do aluno e não exige entregas parciais, é preciso se preocupar. Com certeza o resultado final não será nada bom.
Ser prestativo e comprometido também
Um bom orientador não é tudo. Não basta escolher um bom orientador para fazer um excelente trabalho acadêmico. O professor vai apenas orientar,as todas as atividades vão se concentrar no aluno.
Portanto, você deve respeitar o calendário das orientações e realizar todas as entregas dentro dos prazos. As duas partes devem estar em harmonia
Ser prestativo é uma qualidade essencial para o orientador do TCC. Isso significa que ele estará sempre disposto a ajudar e esclarecer dúvidas, a fim de atingir a excelência na entrega final.
Além de ser prestativo, o orientador também deve ser comprometido. Quando não existe o compromisso com os alunos, ele pode simplesmente sair da faculdade sem avisar e deixar todo mundo desesperado.
Não é raro essa situação acontecer nas universidades brasileiras.
A troca entre orientador e aluno deve ser contínua, caso contrário, o trabalho pode naufragar. Quando o estudante não cumpre os prazos ou o orientador mostra-se ausente, a situação fica insustentável e perigosa.
Caso você tenha um orientador muito ausente ou desinteressado, procure fazer uma mudança imediatamente.
O novo professor, ao assumir a responsabilidade, terá que revisar o que já foi feito no trabalho e solicitar as alterações necessárias.
Converse com outros alunos
Converse com os alunos que já fizeram o TCC e pergunte sobre os orientadores. Muitas vezes, um professor que é ótimo em sala de aula não tem o mesmo desempenho na hora de orientar um trabalho de conclusão de curso.
O Orientador não é um amigo: ele vai colaborar na forma de conselhos, indicações de bibliografias, recomendações sobre o texto escrito sobre a melhor forma de elaborar o texto, de efetuar a coleta de dados.
O estudante deve entender que o professor decide ser orientador para de fato “orientar”, por isso, é o aluno que executa o trabalho.
“As atividades se concentram muito mais no aluno. Ele é que tem que buscar desempenhar o trabalho”, explana.
O planejamento do professor em trabalho conjunto com o aluno é essencial antes da execução e do trabalho de campo. “
Converse com alunos que já foram orientados pelo professor que você deseja que oriente seu trabalho para saber como foram suas experiências e entender melhor o modo de trabalho do professor, seu temperamento, sua disponibilidade, seu nível de exigência entre outras informações que são importantes para você definir pela sua escolha como orientador ou não.
Agora que você já sabe como escolher seu orientador, precisa começar a se preocupar com a produção do TCC. E uma dica nesta etapa é contar com o auxílio de um editor acadêmico, como o Mettzer! Com ele, você precisa se preocupar apenas com o conteúdo da sua monografia, já que o próprio editor se encarrega de formatar seu trabalho de acordo com as normas ABNT! Teste o Mettzer e descomplique o TCC!
Leve me conta o perfil do orientador e do orientando:
leve em conta os interesses, habilidades, disponibilidade de tempo e circunstâncias pessoais do seu o rientador, mas também suas características pessoais. Aqui, cabe um pouco de autoconhecimento, o aluno deve saber se é mais pró-ativo ou mais reativo. Existem alunos muito capazes, autodidatas mesmo, que no fim das contas precisam apenas de um supervisor ou “conselheiro” para trabalhar.
Para eles um orientador ausente não gera grande transtorno. Já os reativos precisam de uma pessoa mais presente, que oriente e que os cobre com regularidade, aí tem que ser alguém com menos alunos. Para saber isso não há currículo Lattes que resolva, o ideal é conversar seriamente com alunos e ex-alunos que trabalharam com seu pretendente. Isto dá uma visão bem mais realista do perfil do orientador.
Para que o desenvolvimento do TCC flua da melhor maneira possível, é essencial que aluno e professor estejam em sintonia e tenham uma boa relação. Por isso, na escolha do orientador, leve em conta também a afinidade que vocês têm, o modo de trabalho do professor, e características como exigência, flexibilidade, etc.
Ao levar isso em consideração, você evitará que surjam conflitos durante a elaboração do trabalho por falta de alinhamento com relação ao desenvolvimento da monografia ou discordâncias sobre o modo de trabalho adotado.
Relação entre orientador e orientando:
“É importante que exista uma identificação entre o aluno e o professor. Porém, é mais importante que o universitário escolha um professor que tenha familiaridade com o tema. Escolher um orientador apenas pela boa relação que você tem com o professor não é o indicado”. Quem explica é a pedagoga e especialista em gestão escolar, Leda Campos. De acordo com ela, mesmo que o estudante não tenha uma relação tão próxima com o orientador, ao longo da pesquisa essa interação pode ir surgindo, porém o essencial é que o educador tenha domínio sobre o tema escolhido.
Se o trabalho for profissional ninguém precisa ser super amigo de ninguém. Uma boa dose de respeito mútuo é bem suficiente para manter um bom ambiente de trabalho.
Agende uma entrevista que pode ser virtual ou presencial para conversar com seu futuro Orientador, converse com ele sobre o tema que quer pesquisar, suas expectativas em relação à pesquisa. É aconselhável que se marque com mais de um Orientador para uma escolha mais assertiva.
Escolher o orientador do Trabalho de Conclusão de Curso é uma das primeiras tarefas que se deve fazer ao iniciar este projeto final da graduação, uma vez que ele é responsável por ajudar o aluno a definir um tema e um foco de pesquisa, indicar fontes de pesquisa, revisar o texto e as referências do trabalho, entre outras funções importantes para a produção de uma monografia de qualidade.
Entretanto, muitos alunos têm certa dificuldade para selecionar o orientador que seja mais adequado para seu TCC, muitas vezes por não entenderem completamente qual sua função no projeto. Isso faz com que escolham um professor mais pela afinidade do que por qualquer outro motivo, um erro que pode até mesmo limitar a qualidade da monografia produzida.

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