Demonologia

A demonologia era uma forma de esconjuro popular na idade média e no renascimento, em que o mago pede a ajuda dos demônios. Os demônios, que alguns magos acreditam ser inteligências poderosas, foram catalogados e classificados em complexas hierarquias desde, pelo menos, o ano 100. Embora se acredite que sejam mais fáceis de controlar do que os anjos, os demônios podem ser perigosos e maliciosos, e os antigos grimórios continham instruções detalhadas para conjura-los e controla-los.

Até mesmo os feiticeiros achavam que os demonologístas eram estranhos, em geral eram homens pálidos que faziam coisas complicadas em quartos escuros e tinha a pele húmida e mole. Nenhum feiticeiro com juízo se aproximava dos demonologístas. (Terry Pratchett, Eric p. 30-31)

Demônios e Djinn

Em geral se considera que os demônios são maus por natureza, no entanto a palavra representa repleto de sabedoria. Esse termo vem do grego daimons, ou poder divino. Os bons são chamados de eudemons e os maus de cacodemons. Na mitologia grega os daimonia, eram espíritos intermediários entre a humanidade e os deuses. Enquanto os cacodemons podiam dar orientação errada para as pessoas, os eudemons eram como guardiões, que davam bons conselhos. Na mitologia árabe os demônios malvados são chamados de Djinn, de onde vem a palavra gênio. Os Djinn podiam assumir qualquer foram. De acordo com o alcorão, o Rei Salomão controlava e dominava os Djinn com um anel mágico de poder que tinha uma pedra viva. Eles os serviam e construíam seus palácios, jardins e fontes. Existem cinco classes de poderes distintos, e o governante deles é Iblis, o príncipe da escuridão.

Na mitologia cristã, acredita-se que os demônios sejam anjos caídos que foram atirados no inferno após a grande guerra no céu, naquela o rebelde Lucifer foi derrotado por Deus. Seu objetivo no mundo é atrair os humanos para o pecado e a danação e depois tortura-los no inferno.

As Qliphoth

Como descrito em Lemegeton Vel Clavícula Salomonis, a árvore da vida do rei salomão, a árvore cabal;estica judaica tem um equivalente negativo, a árvore da morte qliphótica. Assim como a árvore da vida representa a evolução progressiva até a reunião com Deus, a árvore da morte representa a degeneração progressiva e a desintegração. Dez Qliphoth demoníacas se contrapõe às dez senhorita angelicais da árvore da vida. Dez ordens de demônios são registradas por um arquidemônio cada uma.

Os demonologistas cristãos do s;óculo XVI e XVIII catalogaram os demônios em hierarquias infernais, atribuindo a cada um seu selo individual, suas propriedades, associações e deveres. O Goetia traz os nomes, ordens e títulos de 72 reias e príncipes demoníacos, que supostamente comandam legiões em um total de 7.405.929 demônios. Os demonologístas evocariam um demônio em particular para um propósito específico. Pro exemplo Valeiro ensina a roubas; Amdukias faz as árvores se curvarem e caírem; e Bael torna os homens invisíveis e dá sabedoria. Barbatos ensina todas as ciências, revela o passado, o futuro e tesouros escondidos por mágica reconcilia amigos afastados.


 

 


Alguns Nomes de Demônios

Belzebu – divindade filisteia, tida pelos hebreus, no Novo Testamento, como o principal dos espíritos infernais; demônio-chefe, príncipe das trevas.

Behemot – Behemoth é o nome de uma criatura descrita na Bíblia, no Livro de Jó, 40:15-24. No idioma hebraico é transcrito como בהמות, Bəhēmôth, Behemot, B’hemot; em Árabe بهيموث ou بهموت. …

Asmodeus (em grego: Asmaidos, em latim: Asmodaeus, Asmodäus, em hebraico : אשמדאי Aschmedai (Talmud) é um demônio da mitologia do Judaísmo.

Orobas – Na demonologia, Orobas é um Poderoso Grande Príncipe do Inferno, tendo vinte legiões de demónios sob seu controle.

Abraxas ou Abracadabra – Abraxas já foi considerado um deus egípcio e um demônio. Esta é possivelmente a origem da palabra abracadabra.

Satanás – (do hebraico שָטָן, adversário, no koiné Σατανάς Satanás; no aramaico צטנא, em árabe شيطان) é um termo originário da tradição e mitologia.

Astaroth – O nome Astaroth é derivado da deusa Fenícia Astarte, um equivalente da Babilônia Ishtar, e na Suméria Inana.

Bael – Bael ou Baal é o primeiro espírito da Goetia, é um rei que governa no leste

Adrameleque

Lilith

Nahema

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