As Sereias

Criatura metade mulher e metade peixe, que povoa as lendas de marinheiros em todo o mundo.

Nas diversas culturas ligadas ao mar as sereias são conhecidas por vários nomes, como selquis, tritões, ondinas, melusinas, morganas, korriganas, lorelei, rusulki, nixies, nereidas, náides e ningyos.

Segundo as tradições, as sereias são perigosas e sedutoras, gostam de ficar sentadas em cima de banco de corais, e para os marinheiros a visão de uma sereia é preságio de desastre.

Existem em relatos antigos, muitos encontros com sereias, que nunca foram confirmados, como por exemplo, Plínio, o Velho (23-79 d.C), foi o primeiro naturalista a descreve-las em detalhes, na sua obra História Natural.

Em meados do século XIX, sereias feitas em montagens de corpos de macacos e peixes, criadas pelos taxidermistas japoneses, tornara-se um espetáculo na Inglaterra Vitoriana, a mais famosa foi a Sereia de FIji, que até se tornou uma peça da Broadway, dirigida por P. T. Barnum em 1842.

Existem uma referência no mundo animal para a existência de sereias, ou pelo menos para a criação da lenda. Tratan-se dos sirenianos e dos sirepedes.

No início da década de 1980, próximo à costa da Nova Irlanda, no norte da Nova Guiné, antropólogos relataram ter visto um mamífero marinho desconhecido. Os nativos o chamavam de ri ou ilkai, descrevendo-o como a parte inferior do corpo como a de um peixe e uma cabeça e torso humanóide, com seios salientes nas fêmeas.

Esse animal tambêm é conhecido como pishmeri, ou peixe-mulher. Na verdade trata-se de um dugongo indo-pacífico

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