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São Sebastião.

A Origem de São Sebastião

Nascido em Narbonne, no ano de 256 e falecido em Roma no ano de 286. Foi um solado romano, mártir e santo católico, morto durante a grande perseguição promovida pelo Imperador Diocleciano, contra os cristãos. Acredita-se que sua família era originária de Milão, na Itália, existem controvérsias quanto ao seu local de nascimento, Santo Ambrósio afiram que nasceu em Milão.
No Brasil ele é muito conhecido e possui grande devoção, sendo padroeiro de muitas igrejas católicas, sendo inclussive o padroeiro da Cidade de Rio de Janeiro.
Seu nome Sebastião, não temos certeza se era esse, pois Sebastião em grego significa divino ou venerável, parece mais um título do que nome próprio.
Contam as lendas, que Sebastião se dirigiu a Roma como imigrante, em busca de trabalho. Segundo os Atos Apócrifos de Santo Ambrósio de Milão, Sebastião alistou-se como soldado no exército romano, no ano de 283, com a intenção de divulgar a fé cristã entre os soldados.
Há relatos que em suas pregações conseguiu converter o governador de Roma Cromácio e seu filho Tibúrcio.
Devido a sua personalidade, tornou-se querido pelo imperador, Diocleciano, fazendo parte do círculo íntimo desse, que desconheciam sua origem cristã, chegando a tornar-se capitão da guarda pretoriana.

Os Atos de São Sebastião

Um doa atos, refere-se aos irmãos gêmeos Marcos e Marceliano, que haviam sido presos em Roma, Sebastião os visitava diariamente. Submetidos a torturas, mesmo sendo membros de família de senadores, foram condenados à decapitação, tendo seus familiares conseguido do administrador, Cromácio, um prazo para tentar mudar a sua opinião. Mantidos acorrentados na casa de Nicóstrato, eram submetidos a tentativas de persuasão por parte de seus familiares e amigos, mas quando estavam em risco de fraquejar Sebastião os reanimaram.
Zoé, esposa de Nicóstrato, discernindo em Sebastião um homem de Deus, atirou-se aos seus pés e por gestos indicou-lhe a doença de que padecia: uma doença lhe fizera perder a capacidade de falar. Sebastião fez o sinal da cruz sobre a boca de Zoé e pediu em voz alta a Nosso Senhor Jesus Cristo que a curasse, e imediatamente ela recuperou a dicção e pôs-se a louvar aquele homem, acrescentando que acreditava em tudo o que ele acabara de dizer. Diante da cura da esposa, o próprio Nicóstrato lançou-se aos pés de Sebastião e pediu perdão por ter mantido os dois cristãos aprisionados, libertando-os em seguida e declarando que se sentiria feliz se viesse a ser aprisionado e morto em lugar deles. E os dois irmãos, naquele momento libertados, recusaram-se a abandonar a luta para a ela expor outra pessoa, firmando-se na fé ao ver a ação de Deus, que anulou todos os esforços feitos para fazê-los abandonar a Igreja, além de nela ingressarem os donos da casa em que estiveram aprisionados.
Nas horas que se seguiram, outras pessoas também abraçaram a fé cristã, sendo 68 o número de pessoas convertidas e batizadas por São Policarpo, ali chamado por Sebastião: Nicóstrato, sua esposa Zoé, toda a família de Nicóstrato, seu irmão Castor, o carcereiro Cláudio com dois filhos e sua esposa Sinforosa, o pai dos gêmeos, chamado Tranquilino, com sua esposa Márcia e seis amigos, as esposas dos gêmeos, e dezesseis outros encarcerados.
Sem saber os detalhes - pois houvera sido enganado - o prefeito de Roma, Cromácio, que havia concedido aos gêmeos o período de espera para que renunciassem à fé, chamou o pai de ambos, Tranquilino, determinando que eles oferecessem incenso aos deuses;
Tranquilino então afirmou-se cristão, acrescentando que assim houvera sido curado de uma enfermidade da qual o prefeito também padecia. Cromácio disponibilizou dinheiro para conseguir a cura da enfermidade, arrancando de Tranquilino risos, tendo este assegurado que para ser curado bastaria recorrer a Cristo.
Após um instrutivo catecumenato, no qual foi explanada a superioridade da fé sobre a simples cura de sua doença, Cromácio e seu filho se tornaram também cristãos, permitindo que fossem quebradas mais de duzentas estátuas de ídolos que eram por eles adorados, bem como que fossem destruídos os instrumentos que eram utilizados para astrologia e outras práticas divinatórias.
Porém não apenas aquele pai e seu filho se tornaram cristãos em sua casa, mas um total de 1.400 pessoas, incluindo escravos a quem deu a liberdade dizendo que os que passaram a ter Deus por pai não mais podiam ser escravos de um homem.

A Condenação e a Morte.

Diocleciano, tendo assumido o império romano, conservou Sebastião no posto, e lhe deu o cargo de capitão da primeira companhia de guardas pretorianos em Roma, depositando nele muita confiança.
Porém sua conduta benevolente em relação aos prisioneiros, o levou a ser denunciado por traição e julgado sumariamente. Foi sentenciado a execução por flechas, e depois de morto no estádio do Palatino e depois foi atirado no rio.
Todavia, não veio a falecer, foi encontrado e socorrido por Irene, uma cristã devota, e novamente apresentou-se diante de
Diocleciano. Foi condenado à morte por espancamento, e seu corpo foi jogado no esgoto público, encontrado por Lucina, foi limpo e sepultado.
Segundo relatos, Lucina residia na Via Ápia, e encontrou o corpo de Sebastião em seu jardim, onde atualmente foi construída a sua basílica.
Os relatos da sua morte são contraditórios, pois o edito da grande perseguição foi promulgado em 303, e Sebastião foi morto anos antes. Sendo que nas Atas Romanas, Santo Ambrósio afirma que a intenção de Sebastião, era fortalecer a fé dos cristãos, enfraquecida pelas torturas, torturas essas que começaram oficialmente anos depois.
Baseados em textos que não são reconhecidos oficialmente pela igreja católica, a vida de São Sebastião se assemelha a outros santos da época, como Bárbara e Jorge, ficando muito difícil comprovar a sua existência, devido a carência de fontes confiáveis e ao excesso de relatos fantasiosos.
Como Sebastião era soldado, seu culto se popularizou no século IV, por influência das cruzadas, que adotavam em seus estandartes santos guerreiros, como á o caso de São Jorge. Tanto Irene e Lucina, foram canonizadas.
São Sebastião é considerado o protetor dos leprosos, pois suas lendas costumava visitar os leprosos que ficavam fora da cidade e orar com eles, bem como tratar de suas feridas.>

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